03 junho 2010

CRIANÇA

Inspiras e o ar faz-se gargalhada
Mesmo que o soltes sem consciência
Mesmo que queiras fazê-lo suspiro
Tens essa alegria fresca, imaculada
Feita da paz, de amor e dessa inocência
Que ainda recordo, à qual não aspiro.

Olhas e o mundo ainda é transparente
Mesmo sob o fumo denso que cega
Mesmo que não se veja a esperança
O teu olhar puro ainda vê diferente
E – efémero que seja – ainda chega
Para partilhar um sorriso de criança!

4 comentários:

Lídia Borges disse...

Muito bonito!
A criança, como o amor, difícil de definir...
Apenas um olhar de seda e um jeito único de sorrir...

Um beijo

G... disse...

Lídia....
Obrigada!
As crianças, essas gargalhadas nas nossas vidas!
LindasQ

Beijinho

r. disse...

"Mesmo sob o fumo denso que cega
Mesmo que não se veja a esperança
O teu olhar puro ainda vê diferente"

lindo :)

G... disse...

r.
Pois.... obrigada!
Pelo comentário e por te dares a conhecer.
Gostei do (pouco) que te li!
Vou seguir...